sábado, 18 de outubro de 2014

WICÂNDER

Foto tirada nos anos quarenta, quando ainda existia a fábrica de cortiça Wicânder cujos donos eram suecos e a casa que serve de fundo era propriedade da fábrica e onde moravam alguns trabalhadores. Hoje todos os terrenos foram vendidos para construção e do antigamente só resta a chaminé feita de tijolo.


quinta-feira, 15 de maio de 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO MARESIAS

Com algum atraso venho falar do lançamento do meu livro, na Biblioteca do Seixal, com bastante público e com destaque especial para alguns familiares e amigos. Destaco aqui a presença do meu amigo Eduardo Palaio, escritor e artista plástico, do Abilio Pólvora, colega e amigo desde a 1ª classe e do Raúl Canal, velho companheiro do Clube de Campismo. A apresentação esteve a cargo do meu amigo e poeta José Fanha. 

sábado, 15 de março de 2014

AMIGOS
 Grupo os cinco latinos, formado pelo Júlio Mira, o Domingos Borruga, o Cândido Campia, o José João Peyroteo e o José Pocariça. Éramos a claque do Seixal Futebol Clube e acompanhávamos o nosso clube para todo o lado.


domingo, 9 de fevereiro de 2014

sábado, 11 de janeiro de 2014

BAIRRO NOVO - SEIXAL

Nem sempre tenho sido uma visita assídua ao meu bairro. A vida tem muitas voltas e nem sempre é possível essa deslocação, no entanto isso não pode servir de desculpa, pois tem que haver tempo para tudo. Mas hoje eu fui ao meu bairro, à minha cidade, porque infelizmente morreu  o meu primo António Carlos Nobre. O António Carlos, filho do bairro e filho de uma das grandes figuras do Seixal, Francisco Nobre, foi um dos meus companheiros da infância e da adolescência. Morámos lado a lado toda uma vida de meninos. Partiu agora e na sua partida estavam os familiares e os amigos, amigos comuns que eu há anos que não via. Foi um encontro de saudade em pleno cemitério, o meu irmão Carlos Alberto, o Rui Chagas, o Leoploldo Casanova, o José Pocariça, o Quim, o Delfim, o Irelando Tavares e tantos outros que eu já nem lembrava o nome, mas as caras essas não as esqueci. Mais uma vez pedi ao Leopoldo para voltar a realizar o almoço da rapaziada do bairro, que em tempos reuniu mais de 150 companheiros! Uma tarde de tristeza mas também de saudade. Que o António descanse em paz!